Materiais rastreados por número de série — quando a lei exige.
Órteses, próteses, materiais especiais, implantes. Cada item pode ser único, precisar de rastreio individual, e o comprador final é um hospital com fiscalização própria.
Cada próteses. Cada implante. Cada unidade, rastreável.
Um implante ortopédico que entra em um paciente tem número de série. Se houver recall, o hospital precisa identificar esse paciente específico — e você precisa dar a resposta rápida.
ERPs horizontais tratam serializado como "campo adicional". No K-SINFI, serialização é cidadão de primeira classe: vem do fornecedor, passa por conferência, vai para endereço, sai em nota com número serial gravado.
Ficha técnica, certificado de calibração, laudo — tudo anexado ao produto, não a uma pasta perdida.
OPME exige rigor. Nós entregamos.
Na demonstração, mostramos fluxo completo de um item OPME: recebimento serializado → conferência → armazenagem → consumo hospitalar → faturamento → laudo.